Eu achava que escrevia sobre amor, mas escrevia sobre aquele que um dia viria...

Eu achava que escria sobre paixão, mas era apenas uma apaixonado pelas dores que nunca antes sentira.
Eu pensava que conhecia o coração, mas ele era apenas um órgão que meramente batia.
Agora escrevo sobre as coisas que vivi, as dores que senti, os risos que perdi... na tentativa de me fazer refletir;
Digo, sem pesar, que nunca soube administrar, essa coisa toda da
psicologia de amar.
Quem sabe um dia eu entenda as vozes que partem do meu peito, sem partir o meu peito, nas vozes que desconheço.