terça-feira, 15 de junho de 2010

A ética e o comodismo político




 O ato corrupto dentro da política mundial,e em especial brasileira,não é novidade alguma.Encaramos o político corrupto como mais um fardo nas costas do pobre cidadão.Contudo,cabe à sociedade uma participação mais ativa e um menor senso de comodismo.
Primeiramente,temos tendência de generalizar a classe como totalmente corrupta,sem ressalvas.A função do político é representar os anseios e os desejos do cidadão,para que munido de poder,possa trazer soluções práticas aos problemas sociais.Ele é eleito através do voto direto,havendo possibilidade de alternância caso não respeite a ética,e a sociedade sabe disso.Todavia,não há apoio para aqueles políticos empenhados no seu papel de transformador,nem movimentações intensas por uma sociedade de fato justa.

Com base nisso,podemos perceber uma vitimização do cidadão frente ao político mau.Mas se um representante da sociedade é corrupto,isso significa ou falta de instrução por parte dos eleitores ou que a sociedade é corrupta tal qual seus representantes.Para que possamos fiscalizar com coerência o trabalho de um político,temos de repensar pequenos atos,como pedir nota fiscal e pagar em dia os impostos.Dessa forma a sociedade estará apta a escolher com mais cuidado seus políticos.
Conclui-se,dessa forma,que o único meio de acentuar a ética no Brasil é acabar com o comodismo político.Incentivando a mudança e o questionamento,por meio de palestras e campanhas,em prol de uma sociedade mais consciente dos valores morais brasileiros.

 
 

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